Hóquei em Patins - 2005/2006

Campeonato Nacional da 3ª Divisão

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ALGÉS, 8 - UNIÃO MICAELENSE, 3

Rinque da Liga M. R. Algés, 18 de Março de 2006, 18:00 horas

No Sábado, 18 de Fevereiro, pelas 18 horas, o União Micaelense defrontou em Algés a Liga local e perdeu por 8-3...!

O comentário a este jogo deve ser entendido como feito por alguém "do lado" unionista e que tenta desde o início da época ser o mais imparcial possível, tendo até aqui provado que o tem conseguido. O ALGÉS GANHOU MERECIDAMENTE e o União não fez o que necessitava fazer durante a 1ª parte. Depois... Estes últimos expressivos resultados só se compreendem pela postura que a equipa tem adoptado, nunca desistindo de dar a volta aos resultados e arriscando muito em todos os jogos porque... perdido por um, perdido por mil...

Mas... pela primeira vez esta época quero deixar aqui bem expresso (SEM QUALQUER DÚVIDA) que a arbitragem foi manipulada e de uma forma deliberada a partir de um momento do jogo decidiu COM GRANDE PREJUÍZO PARA O UNIÃO... Vamos aos factos...

A primeira parte correu muito mal para os pretos e para exemplificar direi que logo aos 35 segundos Nuno Melo marca mas... na sua baliza, empurrando inadvertidamente a bola com o patim para dentro da baliza de "Velha". Este golo muito cedo abalou seriamente a concentração dos jogadores açorianos que momentos depois estenderam a passadeira a um jogador de Algés que sem se fazer rogado, entrou pelo "corredor" central até marcar um golo fácil e consentido. E já iam 2...! Neste período o União reage e responde bastante bem com um jogo bem elaborado e rápido que fez grandes mossa na equipa lisboeta, mas que por um motivo ou outro acabou sempre de forma inofensiva, ou seja, sem golos. Os jogadores açorianos elaboravam demais a finalização perdendo até alguns golos de baliza aberta. Tantas foram as ocasiões perdidas que quem acabou por marcar foi o Algés numa jogada de belo efeito de um dos seus jogadores. Mais alguns minutos passados e mais uma "oferta" açoriana... O União jogou mal pela ingenuidade a defender e pela inépcia na finalização.

Na 2ª parte os jogadores unionistas vieram com vontade para discutir o jogo apesar da grande diferença no marcador e conseguiram-no. Adoptando uma defesa bastante agressiva (mas também demasiada arriscada, porque o falhanço de um era o fim da esperança), pressionaram em todo o campo e apertaram o Algés de tal maneira que aqueles começaram também a falhar. Nelson Farinha faz o 4-1 num remate de meia-distância e depois... começou o "circo" da arbitragem... Não marca um claro livre directo para o União que poderia permitir o 4-2 e nas jogadas seguintes marca um livre-directo contra o União que não poderia ter sido sancionado daquela forma por não ter havido falta que o justificasse. Não marcou o União o 4-2 e sofreu o 5-1. Mesmo assim não se foram abaixo. Momentos depois e fruto da grande pressão, Pedro Fernandes marca o 5-2. Com a arbitragem a controlar "inteligentemente" o jogo, o União sofre o 6-2 pelo seu adiantamento (em virtude da pressão defensiva) e logo depois Carlos Cardoso marca o 6-3. Depois... depois acabou. Com 5 minutos para jogar e na incessante procura do golo, os açorianos acabaram por sofrer mais 2 golos em contra-ataque, atingindo o resultados final um valor que não expressa o constante tremendo labor dos açorianos na 2ª parte.

Aquela primeira parte e o artista do apito na 2ª parte destruíram a possibilidade de trazer um resultado positivo de Algés. De novo quero frisar que o Algés não tem nada a ver com isto. Foram superiores, aproveitaram bem na 1ª parte e aproveitaram-se do adiantamento do União na 2ª parte. Parabéns ao Algés e resta-nos continuar a lutar pelo sonho que nos mobiliza... uuuuUUUUUUUNIÃOooooooo...

 

CASTRENSE, ? - UNIÃO MICAELENSE, ?

Pavilhão do FC Castrense, 19 de Março de 2006, 18:00 horas

 

 

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